Mostrar mensagens com a etiqueta rock. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rock. Mostrar todas as mensagens

19/06/2015

Beirut de volta às lides com "No No No"

Beirut são um alternativo muito próprio e estão de volta aos ritmos que lhes são distintos, com o single, No No No.

A banda liderada por Zach Condon marcou o dia 11 de Setembro para o lançamento do seu novo disco, com o mesmo título do single de avanço - quatro anos após o último trabalho -, sob a alçada da 4AD Records.

Vídeo produzido por Brother Willis

À música junta-se um vídeo que complementa a vivacidade tão característica de Beirut e, curiosamente, intrínseca no seu perfil idealizado em finais de tarde solarengos, cobertos pelas sonoridades melódias e a voz suave de Condon.

Um single que vai marcar as tardes quentes de Verão!

17/04/2015

Review: ††† [Crosses] "†††" (2014)

Quem ouve Crosses à espera de ouvir Deftones, bem pode tirar essa ideia...

††† (Crosses)
†††
Fev 11, 2014
Crosses são uma banda composta por Chico Moreno, Shaun Lopez e Chuck Doom, em 2011.
Com dois EPs na manga e um disco, ††† (lê-se Crosses), a banda mostra-se além do esperado.

A essência do disco é muito simples, definindo-se como "minimal and soothing". O estilo deste disco é, muitas vezes, referido como witch house - numa alusão à imagem dark, com um simbolismo considerado "obscuro" e, especialmente, por todas as canções e até o nome da banda estar graficamente representado com uma cruz "†".
Mas, isso não influenciou, de todo, a altura em que decidimos ouvir este trabalho.


Descobri a banda sem querer, numa deambulação nocturna pelo meio online, e foi uma bonita surpresa. Isto aconteceu pouco depois de terem lançado o seu primeiro EP, em 2011.
Quando lançaram o primeiro disco (digo primeiro na esperança de existirem mais no percurso) fiquei favoravelmente surpreendida.
††† é um disco que nos (pre)enche, que surpreende por ser arrebatador e inesperado. É um disco bonito, que merece ser vivido, nas mais diversas ocasiões.
A primeira impressão é que este trabalho é muito electrónico, pesado mas simples. Essa sensação não passa, aliás reafirma-se à medida que se ouve o trabalho uma e outra vez. Até que se entrenha. 

As texturas que se misturam neste disco, pelas várias influências vindas dos seus membros, trazem uma sonoridade intensa. Crosses fizeram um trabalho brilhante em envolver o ouvinte na sua melodia, no seu ritmo vincado por pesadas batidas e vozes melodramáticas, ríspidas e claras - camufladas pelas várias densidades a que Chico Moreno já nos habituou - vão alimentar a ideia dreamy que nasce, inevitavelmente, à volta do disco. Numa mistura de pop experimental, electrónica e toques de rock - este é, sem dúvida, um trabalho eclético e reflecte as várias facetas da banda.

Falar deste (incrível) †††  torna-se num exercício complicado pela sua densidade, qualidade e simplicidade das letras - que vai reforçar o poder dos instrumentais e, assim, ganhar maior responsabilidade na apresentação do disco.


05/04/2015

Muse apresentam 'Psycho'

Os britânicos Muse estão de volta com Psycho, um single militar com pontadas de rock.


Num regresso às origens, este single é uma representação do que vai ser o sétimo disco da banda, Drones. Psycho é um single com um semblant mais obscuro - reforçado pelas letras e um espírito menos fantasioso, sem deixar de ser um tema sólido, com linhas de guitarra bem definidas e um ritmo contagiante. Ouso até dizer que é um tema mais humano e agarrado à realidade, deixando para trás temas aliados à conspiração, futurismo e fantasia. Este é, sem dúvida, um presente para os fãs que tinham saudades das linhas que definiam a banda no seu início.


Drones aparenta ser um disco rock com uma forte mensagem política e uma urgência revolucionária em que os temas se tornam mais directos e realistas. Em setembro de 2014, Matt Bellamy revelou na rede social Twitter que este disco inclui temas como "Ecologia profunda (filosofia que vê a humanidade como um dos meios da natureza), empathy gap e Terceira Guerra Mundial".
Em Março de 2015, Matt explica, numa entrevista ao site Gigwise, que este álbum "explora a jornada de um humano, do seu abandono e perda de esperança, à doutrinação do sistema em se tornar num drone humano".

O disco sai a 8 de Junho.

09/11/2014

Playlist Spotify: Novembro/2014 - por Alex Bigio

O Alex é um dos mentores do novo projecto Layover - que o FYMS tão intimamente acarinhou- e que antes, pertenceu aos Unwanted Heroes e Homeless (basta procurar nos arquivos do nosso site que encontraram algumas reviews...)

O rapaz "dono das vozes e guitarra rítmica" ambiciona correr o mundo com o seu novo projecto mas este mês, o FYMS convidou-o para fazer a playlist Spotify do mês de Novembro!


Foto por Filipe Vera-Cruz

Quando falámos com o Alex para esta edição do Playlist Spotify, propusemos o desafio de que as músicas não poderiam ser do estilo que toca na sua banda, Layover.

O resultado foi uma lista de artistas que vão desde Pink Floyd a Jeff Buckley, passando por Archive, Jethro Tull e Simon & Garfunkel, incluindo outros tantos.
Uma playlist diferente que merece ser ouvida - segue o link ou acompanha a playlist do Alex abaixo:



Mais informações sobre Layover aqui.

04/11/2014

Review: Robert Plant "Lullaby and... The Ceaseless Roar" (2014)

Texto da autoria de Diogo Barreto

O Deus de cabelo dourado voltou com um disco novo intitulado Lullaby and... The Ceaseless Roar. Este é o décimo álbum de estúdio de Robert Plant – o seu último disco, Bando of Joy, data de 2010 –, desta vez acompanhado pelos The Sensational Space Shifters, a sua banda desde 2012. Pela primeira vez, Plant lançou com a Nonesuch Records, uma editora que, desde cedo, apostou em sons inovadores e em produzir música de qualidade.

Robert Plant
Lullaby and... The Ceaseless Roar
Set 8, 2014
Neste disco, Robert Plant navega entre o folk, a música do mundo e roça também o rock, mas nunca nenhum destes estilos surge isolado, havendo uma fusão à qual o músico nos tem vindo a habituar.

No início do disco, encontramos "Little Maggie", um clássico de folk, desta vez tocado com instrumentos tão variados como um kologo, um goje – instrumentos de origem africana -, um banjo e até uma drum machine. Ao longo do disco são ouvidos instrumentos mais convencionais como guitarra, baixo, bateria, piano, mas também outros instrumentos menos “comuns” na música ligeira, como o bendir ou o djambé. Toda esta miscelânea de instrumentos é interligada pela voz de Plant, que não sabe soar mal. Ouçam, por exemplo, a belíssima "Stolen Kiss", que se despe do instrumental para dar lugar de destaque ao vocalista que nos brinda com uma canção onde a beleza e a tristeza andam de mão dada, lado a lado.

É de destacar ainda a banda que acompanha Robert Plant neste disco: os The Sensational Space Shifters. Uma banda que oscila entre o som ocidental e o som oriental, que preenche o silêncio sempre com dinâmicas únicas e cria um ambiente riquíssimo em texturas.

Com Lullaby and... The Ceaseless Roar, Robert Anthony Plant mostra que está sempre pronto a inovar e que ainda tem muito para dar ao mundo da música.

14/10/2014

Review: Foxygen "... And Star Power" (2014)

Os Foxygen apresentam hoje o seu terceiro disco ... And Star Power.

Este disco vai revelar-se muito diferente do seu antecessor We Are The 21st Century Ambassadors of Peace & Magic.

Foxygen
... And Star Power
Oct 14, 2014
O duo de Los Angeles, liderado por Jonathan Rado e Sam France, após alguns momentos menos felizes do seu percurso, escreveu 24 músicas que viriam a culminar neste ... And Star Power. uma ode simpática ao improvável e à moda do rock experimental ressuscitado por Tame Impala.

Com toques fervorosos e psicadélicos dos anos 70, os Foxygen foram capazes de quebrar pré-conceitos e revolucionar a visão da sua própria música, com sons lunáticos e que nos aspiram a algo superior, uma experiência muito além deste álbum.

Estes 80 minutos de música que nos transporta para um mundo paralelo é salientado por uma das mais bonitas particularidades deste disco, que é o facto de estar dividido em quatro partes (com cinco secções) distintas: Side One, Part One: The Hits; Side One, Part two: Star Power Suite; Side Two: The Paranoid Side; Side Three: Scream - Journey Through Hell e Side Four: Hang on to Love - que vão, precisamente, definir quatro momentos musicais vividos ao longo do disco, e que vai deambular entre o dreamy-pop e bastante dançáveis, e o instrumental psicadélico, roçando (muitas vezes) o melancólico, com direitos a alturas mais experimentais.

Esta viagem leva-nos a uma luta interior - ao vivermos vários momentos diferentes, salientados por esta inteligente divisão por partes, dividindo-se constantemente entre paranóico, psicótico e a ideia da luta e revolta contra o momento de insegurança, onde só o amor vence!

Com uma voz melosamente dramática, com muitos e intensos momentos lunáticos, que até chega a ser adorável, este é, sem dúvida, outro dos pontos fortes do disco que nos vai transmitir precisamente a ideia de uns (novos) Pink Floyd - mais experimentais e modernos.

É verdade que Foxygen foram audazes e atrevidos, mas essa valentia compensou!

05/10/2014

Playlist Spotify: Outubro/2014 - por Miguel Vieira da Rocha

O Miguel é atualmente o baixista da banda From Kids To Heroes, banda pop-punk formada em 2012 que se prepara para lançar o seu primeiro álbum, mas a sua história no mundo da música começou há alguns anos atrás. Com 15 anos começou a tocar baixo para formar uma banda com 2 amigos seus. Até aos dias de hoje foi "coleccionando" bandas que acabariam por durar pouco mais de um mês. Dos estilos que já tocou destacam-se o metal, hardcore e punk.

O FYMS convidou-o para fazer a playlist Spotify do mês de Outubro.

Foto por Carlos Pereira


Quando perguntámos ao Miguel se queria fazer a playlist do FYMS para o mês de Outubro propusemos-lhe um desafio: A maioria das músicas da playlist não poderiam ser do estilo que toca.
O resultado? O resultado passa por uma playlist que conta com 25 músicas com bandas e artistas muitos distintos: John Mayer, Demi Lovato, Paramore, Foo Fighters, Fall Out Boy e como não poderia deixar não falharam alguns nomes portugueses: Ash is Robot, Viralata, The Black Mamba e Sam Alone.

Segue o link ou acompanha a playlist do Miguel abaixo:




02/09/2014

Playlist Spotify: Setembro/2014 - por Mike Bek

Para quem acompanha o Mike Bek desde que este começou a interessar-se por música é notória a evolução deste artista. O Mike Bek é um dos Novos Talentos Fnac e o dia 10 de Julho marcou o lançamento do seu EP "Legacy".

O FYMS convidou-o para fazer a playlist Spotify do mês de Setembro.


Foto por Rita Bártolo

Numa mistura interessante de artistas portugueses e internacionais como Chet Faker, D'ALVA, Francis Dale ou Jack White, sem esquecer o seu projecto, o Mike Bek escolhe músicas versáteis, talvez desconhecidas para os mais distraídos, que vão animar o regresso ao trabalho e aos estudos de muitos dos que nos seguem.

Segue o link ou acompanha a playlist do Mike Bek abaixo.


05/08/2014

Entrevista // Capitão Fausto

Julho e Agosto primam por ser os meses dos festivais de Verão em Portugal e os Capitão Fausto são uma das bandas mais requisitadas para estes eventos que aliam a música, à cultura e à descoberta.

Numa conversa animada, no Quiosque característico do Princípe Real, o FYMS sentou-se com parte dos Capitão Fausto numa conversa que não só aborda o último disco da banda, bem como, momentos mais descontraídos.


Para mais informações sobre os Capitão Fausto sigam o link.

04/08/2014

Playlist Spotify: Agosto/2014 - por Alex D'Alva Teixeira

Alex D'Alva Teixeira é metade do duo que tem vindo a conquistar críticos e público desde há uns meses para cá, após o lançamento do bem sucedido primeiro disco #batequebate.

O FYMS convidou-o para fazer a playlist Spotify do mês de Agosto.

Fotografia por Vera Marmelo

Numa mistura interessante de artistas portugueses e internacionais como Buraka Som Sistema, Capitão Fausto, Salto a Beyoncé, Toro y Moi ou Klaxons, sem esquecer o seu projecto D'ALVA, o Alex escolhe músicas versáteis que vão animar os próximos dias de Agosto.

Segue o link ou acompanha a playlist do Alex abaixo.


08/07/2014

Optimus Alive - As escolhas da Ana




Esta é provavelmente a edição mais criticada do Optimus Alive (seja pelos nomes das bandas confirmadas seja pela demora do anúncio do 3º cabeça de cartaz) mas para mim a edição que mais anseio. Decidi há muito tempo comprar o passe de 3 dias e em nenhum momento pensei em fazê-lo por causa dos nomes principais, isto é, os cabeças de cartaz: Artic Monkeys, Black Keys e The Libertines.
Então o que é que me levou a gastar 105€ num festival?
Imagine Dragons, Daughter, SBTRKT, Caribou, Au Revoir Simone, Bastille e Foster The People.

Mas vamos às minhas escolhas pois num festival como o Alive há sempre um trabalho de casa feito nas semanas anteriores para aproveitar ao máximo as bandas que por lá passam.

Dia 10
(18:00 - Heineken) Ben Howard e Noiserv: Se como eu a tua hora de saída é depois das 18h e não marcaste férias para estes dias, dificilmente vais assistir aos concertos destes dois artistas. Diferentes mas bastante interessantes.  De um lado o folk britânico, do outro, mais um one man show made in no nosso Portugalinho. Vou correr para ver se apanho 2 ou 3 músicas do Ben, já que o trabalho do Noiserv, uma vez que é português, pode ser ouvido mais vezes.

(20:05 - Heineken) The 1975: Uma das bandas que acabei por descobrir nestas últimas semanas de t.p.c. Tenho pena de não ter mais tempo para ouvi-los mas ouvirei de certeza pelo menos 2 músicas antes de dar o salto para o palco principal.

(20:50 - NOS) Imagine Dragons: Descobri-os já depois de terem esgotado o Coliseu dos Recreios no verão passado. Cromo repetido? Para mim não, e ainda que o fosse, bandas destas até podem vir a triplicar. Os senhores de It’s Time, On Top Of The World, e Demons serão A banda do dia 1 para mim.

(00:15 - NOS) Artic Monkeys: já que estou lá não posso deixar de ouvir o concerto destes grandes senhores do Indie actual. Já cá passaram e nunca me despertaram a devida atenção. Se me perguntarem “are you mine?” vou dizer que não, o meu coração terá certamente ficado com os Imagine Dragons.

(01:35 - Heineken) Parov Stelar Band: Mostraram-me esta banda hoje de manhã no trabalho e ainda não tive oportunidade de ir ouvir mais (isto de ter timings para lançar uma crónica é tramado!). Do que ouvi, gostei, vai ser bom para aquecer entre Artic Monkeys e Jamie XX.

(02:00 - Clubbing) Jamie XX: Tenho sempre alguma dificuldade em explicar o porquê de gostar do Jamie. Sei lá, gosto da batida, das emoções que são transmitidas através dos sons que ele produz, sinto-me tranquila ao ouvir o que ele faz (e que faz tão bem...). É um grande exemplo como a música não precisa de ter voz para ter emoção.

Dia 11 – "O dia Heineken"
(18:00 - Heineken) Russian Red: é voltar a ler as primeiras linhas sobre Ben Howard e Noiserv, a tristeza é a mesma.

(21:20 - Heineken) Sam Smith: fui a Londres há umas semanas e vi muitos cartazes dele espalhados pelas paredes das diferentes estações de metro mas não o conhecia. Foi um dos artistas que descobri no t.p.c da semana passada. E que artista. Sem dúvida alguma, O artista do dia 2 para mim.

(22:45 - Heineken) We Trust: há uns anos abriram o palco principal. Lembro-me tão bem.. O sol batia-me na cara e eu com os olhos fechados, como que para sentir melhor, a ouvir “Better not Stop, better not stop moving”. Desta vez o sol não me vai bater na cara mas a experiência será igualmente boa com certeza.

(00:00 - Heineken) Au Revoir Simone: finalmente alguma voz feminina. E que bonita! O trio dispensa apresentações.

(01:30 - Heineken) SBTRKT: (lê-se subtract, não me posso esquecer..ufff esqueço-me sempre!) Perdi-o há umas edições atrás do Alive e hoje com o que sei, arrependo-me. Tem sido a minha banda sonora para ler o livro que tenho atualmente entre mãos.

(03:00 - Heineken) Caribou: Também já o perdi no Alive há uns anos, desta não escapa. Vai ser um bom fim de noite.

Dia 12
(18:00 - NOS) You Can’t Win Charlie Brown: nunca é demais ouvir estes rapazes. É começar o terceiro dia da melhor forma.

(18:40 - Heineken) Cass McCombs: vou fugir de YCWCB para ver pela primeira esta banda. Parece-me aquela banda que me vou arrepender mais tarde caso não os veja (assim como aconteceu com tantas outras bandas na edição passada do festival)

(20:45 - NOS) Bastille: a estreia em Portugal e eu ansiosa. Desengane-se quem pensa que são uma banda para um hit (Pompeii), este concerto promete. Façam por favor chegar a quem de direito que eu gostava que tocassem o mash-up com a Ella “No Angels”, as outras canções que eu adoro, de certeza que serão tocadas.

(22:25 - NOS) Foster the People: tenho ouvido o segundo álbum deles várias vezes nas últimas semanas, canções fortes e com aquele ritmo energético a que nos habituaram com a “Pumped up Kicks”.

(23:55 - Heineken) Daughter: vi-os no Vodafone Mexefest em Novembro e apesar de não conseguir dizer que fiquei desiludida, sinto que ficaram aquém das minhas expectativas. Parece contraditório? Talvez. Esperava mais interação com o público e mais energia em palco. Apesar disto, os Daughter a par com os Bastille são AS bandas do dia 12.

(01:20 - Heineken) Chet Faker: sabem aquelas bandas que se descobrem porque um amigo partilhou uma música dessa banda? Foi isso. E foi amor à primeira vista.

(02:50 - Heineken) Nicolas Jaar: conheci-o na mesma altura em que me deram a conhecer o James Blake. Pouco conhecido para a maioria e com melodias que nem todos poderão gostar. Quanto a mim, enquanto houver energia, estarei lá de pé a deliciar-me com ele. E quando a energia faltar, vou sentar-me e continuar a deliciar-me.

Para quem usa o Spotify recomendo que ouçam a playlist criada para o Optimus Alive. Deste modo, podem se sintonizar no groove tão característico deste festival e descobrir uma banda para tapar aquele buraquinho livre que têm no plano.




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...