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08/12/2014

Playlist Spotify - Dezembro/2014 - por FYMS Admins

Todos os meses, temos convidado músicos que conhecemos para criarem uma playlist pra vocês. Mas então e nós? "Dezembro a playlist é nossa" foi assim que pedi à Patrícia. Dito e feito. A playlist do FYMS no Spotify do mês de Dezembro foi inteiramente construída por nós a pensar na espectacularidade de novos sons que foram sendo lançados ao longo destes doze meses. Certamente que nos escaparam alguns nomes, podemos até vir a actualizar esta lista, mas esta é a lista de artistas e músicas que marcaram o nosso 2014.

Ana & Patrícia

Da nossa lista fazem parte nomes já muito conhecidos como Maroon 5, Coldplay, Avicii, outros não tão conhecidos como Alo Wala ou Kongos, bandas que passaram por cá este ano como Chet Faker, Artic Monkeys, Sam Smith, e invariavelmente os nomes que elevaram a música portuguesa a um outro nível tais como Buraka Som Sistema, Capicua, Noiserv ou You Can't Win, Charlie Brown.

A playlist fica em baixo (link aqui):


Aproveitamos para desejar a todos os que nos seguem e nos inspiram um excelente Natal.

14/07/2014

Review: NOS/Optimus Alive 2014 - Dia 12 de Julho

Num dia mais interessante, longe dos cabeça-de-cartaz The Libertines, o dia foi marcado por belas surpresas.

You Can't Win, Charlie Brown abriram as honras no palco principal, e que bom presságio para a noite que se adivinha.
Cheios de energia e simpatia, os YCWCB são o espelho da boa música que se faz em Portugal.
Deambulando entre as músicas dos seus dois discos, com direito a um bonito cover de Heroin dos Velvet Underground, a banda mostrou-nos que a complexidade dos seus elementos tornam cada música, numa experiência merecida de ser vivida - e, isso, reflecte na forma como se apresentaram e como gracejam.
É uma beleza ter uma banda deste calibre que, pouco a pouco, se estão a tornar numa das bandas mais emblemáticas do panorama musical.

The Black Mamba são uma simpatia e encarnam a beleza de blues, soul e funk e, principalmente, mostram a boa (e variada) música que se faz em Portugal. A banda encarna uma tradição longínqua e, com um toque particular, representam - e bem - outras origens e sentimentos. "Are you here?" foi o mote diversas vezes lançado ao público que timidamente se juntava.
Bonito de se ouvir!

No palco secundário, The War On Drugs foram uma doçura, daqueles concertos ao entardecer que sabem bem a todas as pessoas.
Emblemáticos, a banda conseguiu atrair um público vasto que se influencia algures entre os anos 80 e um pop electrónico mais moderno. Num misto de influências, The War On Drugs acabam por se tornar muito próprios e transformar a sua música em bons momentos.
Sem nunca desiludir, a banda conseguiu um concerto sólido, animado e interessante - ainda que com alguns percalços - mostrou porque é uma das bandas mais interessantes da actualidade.

Vários eram os fãs de Bastille que lutavam para um lugar bem próximo do palco principal.
É inegável a sua energia e surpreende que com apenas um disco no repertório tenham arrastado tantas pessoas ansiosas de os ver, entre ovações e admiráveis declarações de amor.
Não é por menos... entre sintetizadores e ritmos mais agitados, os Bastille mostraram que são uma banda consciente com um pop melodioso e que deixou um simpático sentimento no ar.

Foster The People mostraram porque são uma das bandas mais aceites em terras lusas.
Com uma energia explosiva, ritmos cativantes e refrões memoráveis, Foster The People são uma das mais bonitas encarnações do pop moderno.
Do mais melancólico a um sentimento mais festivo, a banda de Mark Foster (semblante de Alex Turner à vista...) justificou a devoção e ansiedade dos fãs que se deslocaram ao recinto para os ver.
Num ambiente que soava a uma simpática companhia, não surpreenderam mas estiveram muito longe de dar um mau concerto. Soube a pouco.

Daughter foi a revelação do dia e, provavelmente, do festival.
No palco secundário, que pareceu demasiado pequeno para o fluxo de pessoas que se deslocou propositadamente para ver a banda liderada por Elena Tonra, que pecou pelo conflito de sons que vinham do palco principal com os cabeça-de-cartaz The Libertines.
Quem já os tinha visto no Vodafone Mexefest notou uma clara evolução na banda.
E, ao contrário do que se devia esperar, apesar da melancolia dos seus sons misturados pela doçura da voz de Elena, os Daughter mostraram-se merecedores da devoção dos fãs e principalmente, mostraram ser um fenómeno em crescimento.

A pergunta de início era "Mas porquê no Heineken e não no Clubbing?" a pergunta foi imediatamente respondida com a quantidade de pessoas que se iriam juntar a Chet Faker.
Se muitas eram as pessoas que assistiram ao concerto dos Daughter, mais foram as que escutaram as melodias tão características do músico australiano.
A tenda do Palco Heineken não era suficiente. Havia pessoas sentadas por todo o chão que rodeava o palco. No fim, terminando com"Talk is Cheap", a opinião era unanime: aquele teria sido um enorme concerto, superando as expectativas daqueles que não o conheciam e superando as daqueles que já conheciam o seu trabalho.

Ainda que com alguma controvérsia relativamente a alguns nomes presentes no cartaz, 150 mil pessoas não podem estar enganadas. Foi mais uma grande edição deste festival que já se tornou um hábito para tantos portugueses e estrangeiros.
Quanto a nós, ficamos a aguardar ansiosamente por mais uma edição que já tem datas para 2015 - 9, 10 e 11 de Julho.

08/07/2014

Optimus Alive - As escolhas da Ana




Esta é provavelmente a edição mais criticada do Optimus Alive (seja pelos nomes das bandas confirmadas seja pela demora do anúncio do 3º cabeça de cartaz) mas para mim a edição que mais anseio. Decidi há muito tempo comprar o passe de 3 dias e em nenhum momento pensei em fazê-lo por causa dos nomes principais, isto é, os cabeças de cartaz: Artic Monkeys, Black Keys e The Libertines.
Então o que é que me levou a gastar 105€ num festival?
Imagine Dragons, Daughter, SBTRKT, Caribou, Au Revoir Simone, Bastille e Foster The People.

Mas vamos às minhas escolhas pois num festival como o Alive há sempre um trabalho de casa feito nas semanas anteriores para aproveitar ao máximo as bandas que por lá passam.

Dia 10
(18:00 - Heineken) Ben Howard e Noiserv: Se como eu a tua hora de saída é depois das 18h e não marcaste férias para estes dias, dificilmente vais assistir aos concertos destes dois artistas. Diferentes mas bastante interessantes.  De um lado o folk britânico, do outro, mais um one man show made in no nosso Portugalinho. Vou correr para ver se apanho 2 ou 3 músicas do Ben, já que o trabalho do Noiserv, uma vez que é português, pode ser ouvido mais vezes.

(20:05 - Heineken) The 1975: Uma das bandas que acabei por descobrir nestas últimas semanas de t.p.c. Tenho pena de não ter mais tempo para ouvi-los mas ouvirei de certeza pelo menos 2 músicas antes de dar o salto para o palco principal.

(20:50 - NOS) Imagine Dragons: Descobri-os já depois de terem esgotado o Coliseu dos Recreios no verão passado. Cromo repetido? Para mim não, e ainda que o fosse, bandas destas até podem vir a triplicar. Os senhores de It’s Time, On Top Of The World, e Demons serão A banda do dia 1 para mim.

(00:15 - NOS) Artic Monkeys: já que estou lá não posso deixar de ouvir o concerto destes grandes senhores do Indie actual. Já cá passaram e nunca me despertaram a devida atenção. Se me perguntarem “are you mine?” vou dizer que não, o meu coração terá certamente ficado com os Imagine Dragons.

(01:35 - Heineken) Parov Stelar Band: Mostraram-me esta banda hoje de manhã no trabalho e ainda não tive oportunidade de ir ouvir mais (isto de ter timings para lançar uma crónica é tramado!). Do que ouvi, gostei, vai ser bom para aquecer entre Artic Monkeys e Jamie XX.

(02:00 - Clubbing) Jamie XX: Tenho sempre alguma dificuldade em explicar o porquê de gostar do Jamie. Sei lá, gosto da batida, das emoções que são transmitidas através dos sons que ele produz, sinto-me tranquila ao ouvir o que ele faz (e que faz tão bem...). É um grande exemplo como a música não precisa de ter voz para ter emoção.

Dia 11 – "O dia Heineken"
(18:00 - Heineken) Russian Red: é voltar a ler as primeiras linhas sobre Ben Howard e Noiserv, a tristeza é a mesma.

(21:20 - Heineken) Sam Smith: fui a Londres há umas semanas e vi muitos cartazes dele espalhados pelas paredes das diferentes estações de metro mas não o conhecia. Foi um dos artistas que descobri no t.p.c da semana passada. E que artista. Sem dúvida alguma, O artista do dia 2 para mim.

(22:45 - Heineken) We Trust: há uns anos abriram o palco principal. Lembro-me tão bem.. O sol batia-me na cara e eu com os olhos fechados, como que para sentir melhor, a ouvir “Better not Stop, better not stop moving”. Desta vez o sol não me vai bater na cara mas a experiência será igualmente boa com certeza.

(00:00 - Heineken) Au Revoir Simone: finalmente alguma voz feminina. E que bonita! O trio dispensa apresentações.

(01:30 - Heineken) SBTRKT: (lê-se subtract, não me posso esquecer..ufff esqueço-me sempre!) Perdi-o há umas edições atrás do Alive e hoje com o que sei, arrependo-me. Tem sido a minha banda sonora para ler o livro que tenho atualmente entre mãos.

(03:00 - Heineken) Caribou: Também já o perdi no Alive há uns anos, desta não escapa. Vai ser um bom fim de noite.

Dia 12
(18:00 - NOS) You Can’t Win Charlie Brown: nunca é demais ouvir estes rapazes. É começar o terceiro dia da melhor forma.

(18:40 - Heineken) Cass McCombs: vou fugir de YCWCB para ver pela primeira esta banda. Parece-me aquela banda que me vou arrepender mais tarde caso não os veja (assim como aconteceu com tantas outras bandas na edição passada do festival)

(20:45 - NOS) Bastille: a estreia em Portugal e eu ansiosa. Desengane-se quem pensa que são uma banda para um hit (Pompeii), este concerto promete. Façam por favor chegar a quem de direito que eu gostava que tocassem o mash-up com a Ella “No Angels”, as outras canções que eu adoro, de certeza que serão tocadas.

(22:25 - NOS) Foster the People: tenho ouvido o segundo álbum deles várias vezes nas últimas semanas, canções fortes e com aquele ritmo energético a que nos habituaram com a “Pumped up Kicks”.

(23:55 - Heineken) Daughter: vi-os no Vodafone Mexefest em Novembro e apesar de não conseguir dizer que fiquei desiludida, sinto que ficaram aquém das minhas expectativas. Parece contraditório? Talvez. Esperava mais interação com o público e mais energia em palco. Apesar disto, os Daughter a par com os Bastille são AS bandas do dia 12.

(01:20 - Heineken) Chet Faker: sabem aquelas bandas que se descobrem porque um amigo partilhou uma música dessa banda? Foi isso. E foi amor à primeira vista.

(02:50 - Heineken) Nicolas Jaar: conheci-o na mesma altura em que me deram a conhecer o James Blake. Pouco conhecido para a maioria e com melodias que nem todos poderão gostar. Quanto a mim, enquanto houver energia, estarei lá de pé a deliciar-me com ele. E quando a energia faltar, vou sentar-me e continuar a deliciar-me.

Para quem usa o Spotify recomendo que ouçam a playlist criada para o Optimus Alive. Deste modo, podem se sintonizar no groove tão característico deste festival e descobrir uma banda para tapar aquele buraquinho livre que têm no plano.




10/12/2011

News // Foster The People's new video

Foster The People released a new video on their Youtube page.

Known for songs like Pumped Up Kicks, Helena Beat and Call It What You Want, they've chosen Don't Stop (Color On The Walls) for the forth single taken from Torches released on May 23, 2011.
This single has already appear on two Nissan commercials titled Headroom and Legroom.

The new video was directed by The Daniels and features Gabourey Sidebe.
The band released on December 7, a teaser presenting the new video, check it here.

Don't Stop (Color On The Walls) is about "clueless cops, fake mustaches, lots of cash, and actress Gabourey Sidibe (of "Precious" fame)."
Check the new video below!

26/11/2011

News // Two Door Cinema Club remix Lady Gaga



The band Two Door Cinema Club contributed to Lady Gaga's new remix album Born This Way: The Remix by mixing her song Electric Chapel.
On this album other bands like The Horrors, Foster The People, Hurts or Goldfrapp contributed with their remixes, many being already available online.

Two Door Cinema Club Remix:


Original:

07/10/2011

themed week // Foster The People, Helena Beat

Foster The People are a indie pop band from California created in 2009.
Composed by Mark Foster (vocals, keyboards, piano, synthesizers, guitar, programming and percussion), Mark Pontius (drums and extra percussion) and Cubbie Fink (bass and backing vocals).

They have two other members only for live performances - Sean Cimino (guitar, keyboard, synthesizer, and backing vocals) and Isom Innis (keyboard, piano, and backing vocals), who also tours with the band.

Helena Beat is the second single of Foster The People first album Torches, released in May 24, 2011. The video debut on Youtube on July 18, 2011.
On August 10, 2011 DJ Greg James from BBC Radio 1 selected the song has Record Of The Week.

Read more about the band and their single Pumped Up Kicks on a previous post.



"Sometimes life it takes you by the hair,
Pulls you down before you know it
It's gone and you're dead again.
I've been in places and i won't pretend
Yeah I'd make it out just to fall on my head."

21/06/2011

Foster The People, Pumped Up Kicks


I discovered this song through a suggestion of a friend Tiago, and later found out that I'd already read about them on a website and today was the day that I finally decided to talk about Foster The People when this music website named Paste talked about them on a Top about the 10 new songs for this summer and amazingly they were the number #1.

They are a indie pop band from Los Angeles, California. Their first gig together was in October 2009. 
Originally the members are Mark Foster which besides vocals also belongs to the keyboards, piano, synthesizers, guitar, programming, percussion; Mark Pontius with drums and extra percussion and Cubbie Fink with bass and backing vocals. The band also have two live members Sean Cimino occupied with guitar, keyboard, synthesizer and backing vocals and Isom Innis with the keyboards, piano and backing vocals.

Originally the band was supposed to be named Foster & The People but people misheard it as "Foster The People".
Foster The People's best known song is the one I'm going to show you. Appears on their first studio album released this year on May 23 under the name "Torches". A second song "Helena Beat" was shared on iTunes as single of the week.

I must say that I got fascinated with this band. They sound so fresh and new. I was needing something like this, since my last big discover was Beirut which I really love. Foster The People are young but are probably one of the most promising band on the music scenario and I can't wait to hear more and more of their work!

Foster The People (studio members)

Foster The People - Live

To keep an eye on Foster The People's work just choose one of the social networks:

You can still find everything about them like news, music, his latest shows and their store on Foster The People official site: http://www.fosterthepeople.com/home/

They are absolutely worth it! 

With love,
P x
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