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14/07/2014

Review: NOS/Optimus Alive 2014 - Dia 12 de Julho

Num dia mais interessante, longe dos cabeça-de-cartaz The Libertines, o dia foi marcado por belas surpresas.

You Can't Win, Charlie Brown abriram as honras no palco principal, e que bom presságio para a noite que se adivinha.
Cheios de energia e simpatia, os YCWCB são o espelho da boa música que se faz em Portugal.
Deambulando entre as músicas dos seus dois discos, com direito a um bonito cover de Heroin dos Velvet Underground, a banda mostrou-nos que a complexidade dos seus elementos tornam cada música, numa experiência merecida de ser vivida - e, isso, reflecte na forma como se apresentaram e como gracejam.
É uma beleza ter uma banda deste calibre que, pouco a pouco, se estão a tornar numa das bandas mais emblemáticas do panorama musical.

The Black Mamba são uma simpatia e encarnam a beleza de blues, soul e funk e, principalmente, mostram a boa (e variada) música que se faz em Portugal. A banda encarna uma tradição longínqua e, com um toque particular, representam - e bem - outras origens e sentimentos. "Are you here?" foi o mote diversas vezes lançado ao público que timidamente se juntava.
Bonito de se ouvir!

No palco secundário, The War On Drugs foram uma doçura, daqueles concertos ao entardecer que sabem bem a todas as pessoas.
Emblemáticos, a banda conseguiu atrair um público vasto que se influencia algures entre os anos 80 e um pop electrónico mais moderno. Num misto de influências, The War On Drugs acabam por se tornar muito próprios e transformar a sua música em bons momentos.
Sem nunca desiludir, a banda conseguiu um concerto sólido, animado e interessante - ainda que com alguns percalços - mostrou porque é uma das bandas mais interessantes da actualidade.

Vários eram os fãs de Bastille que lutavam para um lugar bem próximo do palco principal.
É inegável a sua energia e surpreende que com apenas um disco no repertório tenham arrastado tantas pessoas ansiosas de os ver, entre ovações e admiráveis declarações de amor.
Não é por menos... entre sintetizadores e ritmos mais agitados, os Bastille mostraram que são uma banda consciente com um pop melodioso e que deixou um simpático sentimento no ar.

Foster The People mostraram porque são uma das bandas mais aceites em terras lusas.
Com uma energia explosiva, ritmos cativantes e refrões memoráveis, Foster The People são uma das mais bonitas encarnações do pop moderno.
Do mais melancólico a um sentimento mais festivo, a banda de Mark Foster (semblante de Alex Turner à vista...) justificou a devoção e ansiedade dos fãs que se deslocaram ao recinto para os ver.
Num ambiente que soava a uma simpática companhia, não surpreenderam mas estiveram muito longe de dar um mau concerto. Soube a pouco.

Daughter foi a revelação do dia e, provavelmente, do festival.
No palco secundário, que pareceu demasiado pequeno para o fluxo de pessoas que se deslocou propositadamente para ver a banda liderada por Elena Tonra, que pecou pelo conflito de sons que vinham do palco principal com os cabeça-de-cartaz The Libertines.
Quem já os tinha visto no Vodafone Mexefest notou uma clara evolução na banda.
E, ao contrário do que se devia esperar, apesar da melancolia dos seus sons misturados pela doçura da voz de Elena, os Daughter mostraram-se merecedores da devoção dos fãs e principalmente, mostraram ser um fenómeno em crescimento.

A pergunta de início era "Mas porquê no Heineken e não no Clubbing?" a pergunta foi imediatamente respondida com a quantidade de pessoas que se iriam juntar a Chet Faker.
Se muitas eram as pessoas que assistiram ao concerto dos Daughter, mais foram as que escutaram as melodias tão características do músico australiano.
A tenda do Palco Heineken não era suficiente. Havia pessoas sentadas por todo o chão que rodeava o palco. No fim, terminando com"Talk is Cheap", a opinião era unanime: aquele teria sido um enorme concerto, superando as expectativas daqueles que não o conheciam e superando as daqueles que já conheciam o seu trabalho.

Ainda que com alguma controvérsia relativamente a alguns nomes presentes no cartaz, 150 mil pessoas não podem estar enganadas. Foi mais uma grande edição deste festival que já se tornou um hábito para tantos portugueses e estrangeiros.
Quanto a nós, ficamos a aguardar ansiosamente por mais uma edição que já tem datas para 2015 - 9, 10 e 11 de Julho.

13/07/2014

Review: NOS/Optimus Alive 2014 - Dia 11 de Julho

Num dia mais variado, o ambiente (menos exaustivo) do festival tornou a experiência mais agradável... Entre danças mais intensas e momentos mais relaxados, o segundo dia do NOS/Optimus Alive tem muito que contar.

No palco principal, MGMT foram uma surpresa. Todos conhecem o seu hit Kids - no entanto, a banda fizeram um bom trabalho ao arrastarem uma multidão de pessoas que dançou ao som dos criativos e energéticos MGMT, aliados ao psicadelismo dos efeitos visuais.
Ultrapassando as expectativas, a banda transmitiu a sua energia positiva directamente para uma audiência que, claramente, estava lá para os cabeça-de-cartaz do dia, e que foi conquistada pela vivacidade destes jovens.

Sam Smith é o novo menino da música britânica - e a verdadeira surpresa da noite, no palco Heineken, o artista foi recebido com euforia e surpreendeu...
Entre o hit Money on my mind, Latch com os Disclosure e La La La com Naughty Boy, e um bonito cover de Arctic Monkeys.
Smith mostrou que os seus tenros 22 anos, não o impedem de ser um artista de mão cheia, inteligente e interessante, deixando a (doce) esperança de um regresso muito em breve.

De regresso ao palco principal, The Black Keys, os cabeça-de-cartaz, ficaram aquém.
O certo é que não sabem fazer maus concertos: são bons e tem talento, isso é inegável. Mas a performance no NOS Alive não surpreendeu.
Faltaram momentos chave, uma banda que pecou por falta de momentos mais certeiros, no entanto, foi bonito ver milhares de pessoas em peso a cantar The Lonely Boy e a dançar ao som de The Black Keys.
Foi bom mas... falhou ao não surpreender!

E para quem os The Black Keys não estavam a corresponder às expectativas, houve a hipótese de ouvir os portugueses We Trust no palco Heineken.
Pela segunda vez no Optimus Alive, interação não lhes faltou, ainda que pelo início poucas eram as pessoas que tinham apostado naquele palco. Há medida que o número de pessoas ia aumentando também os agradecimentos do vocalista chegavam em maior força (talvez nunca pensassem ter tanto público com a competição que lhes fazia frente no palco NOS). Foi um bom concerto, os We Trust são uma banda que enche o palco, não tanto pela quantidade de membros, mas pelos sons variados que compõe as suas canções. Talvez merecessem mais do que um concerto à hora dos cabeças de cartaz.

Quem os conhece, sabe que Buraka Som Sistema são intensos ao vivo.
Num concerto especial, com a apresentação do seu mais recente Buraka, a banda conquistou as pessoas que dançaram ao som de ritmos quentes e de "música do mundo" - e comandados pela Blaya (quem não o faria?)
Entre efeitos visuais muito interessantes, danças e muito ritmo, os Buraka Som Sistema mostram porque são uma das melhores bandas em Portugal e porque já têm um lugar ao sol a nível internacional - não é por falta de trabalho, esforço e empenho, mas sim, porque são inteligentes e sabem bem o que fazem.
E, por isso, eles são muito bom - dão o que as pessoas querem e não deixam de surpreender!

Os BSS faziam as pessoas dançar no NOS mas nem por isso não havia animação no Heineken com as Au Revoir Simone. Subiram ao palco, começaram a tocar, a dançar e o povo seguiu-as. Poder-se-ia esperar alguma timidez numa banda composta por 3 aparentes "meninas", mas não, acabariam por se revelar umas mulheres em palco (e não foi preciso muito tempo!).

11/07/2014

Review: NOS/Optimus Alive 2014 - Dia 10 de Julho

O ano de 2014, é o ano de transição - Optimus Alive vai passar a ser NOS Alive que, já este ano, conta com algumas alterações - um recinto diferente dos anos anteriores, com um aspecto mais proveitoso, atractivo e simples, aliados à cor do (novo) patrocinador do Festival. Muda o nome, muda o aspecto e, neste caso, ainda bem!
Admito... Ouvi mais inglês e espanhol, no recinto, do que português, o que mostra a multiplicidade de nacionalidades deste festival e da sua visibilidade internacional, cada vez mais forte (caso contrário, para quê tanto anúncio do NME ou Heineken, nos intervalos?)

Falando do que realmente importa...

Noiserv é sempre um gosto ouvir, a sua pureza e mistificação tornam o concerto deste "one-man-show" algo extraordinário, que teve as honras de ser dos primeiros artistas a inaugurar a edição deste ano.
O ambiente, ainda longe de mostrar as milhares de pessoas que se deslocariam ao festival, mostrou-se propício à simpatia deste músico.

Temples foram uma surpresa - com um espírito e atitude muito próprias conquistaram o público que se deslocou ao palco secundário e foi surpreendido por uma atitude muito 80's e, sem dúvida, muitas pessoas saíram fãs destes jovens.

Já, no palco principal, The Lumineers deram o ar da sua graça e, num pôr-do-sol que pareceu enquadrar-se com o folk e simplicidade desta banda norte-americana, muitos foram arrebatados pela simpatia e sonoridades mais calmas da banda. Há uma sensação bonita de renovação após este concerto.

Imagine Dragons mostraram-se fiéis ao que apresentaram, o ano passado, na sua primeira passagem por Portugal.
Energéticos, tiveram a capacidade de conquistar um público que não estava lá para os ver (tarefa um pouco ingrata) mas não descuraram um segundo da sua alegria, energia e música - tornando-se claro ao ver milhares de pessoas cantarem os seus principais hits. Não surpreendeu mas foi bonito 
e deixou os verdadeiros fãs a aguardar um novo regresso, novamente a solo, com novas músicas na bagagem.

Interpol foi dos concertos mais bonitos (e ingratos). Uma banda com mais de uma década de existência viu-se perante um público que mal os conhecia. Não deixaram de fazer um óptimo concerto, com a competência e credibilidade que lhes é devida, e merecedores de uma maior atenção.

Talvez se o palco Heineken estivesse mais composto o concerto de Kelis tivesse sido mais empolgante. Afinal, era complicado competir, precisamente à mesma hora, com os Arctic Monkeys. No entanto, a Kelis brindou os poucos ouvintes que se deslocaram ao Palco Heineken com a sua voz rouca mas (algo) poderosa. Não foi um concerto marcante mas uma boa alternativa a quem os cabeças de cartaz não interessavam.

Arctic Monkeys foram os reis e senhores da noite - a banda mais esperada deste dia (e, provavelmente, desta edição) mostraram porque são uma das bandas de culto, actualmente.
É evidente a evolução sonora da banda, havendo, uma harmonia entre os primeiros discos e este último AM.
Banhados em energia, "sexappeal" e graciosidade, os Arctic Monkeys deram o seu tudo e envolveram um público, demasiado, ansioso para os ver.
Foi um concerto interessante, místico e estranhamento íntimo - com Alex Turner a fazer suspirar os corações no recinto. 
Entre dedicações de amor e provocações óbvias como "Are you mine, Lisbon?"
O certo é que deram o concerto da noite e provaram porque são os actuais meninos queridos da música.
 
Assim que o concerto dos Arctic Monkeys terminou os milhares que esgotaram o primeiro dia do (agora) NOS Alive começaram a dispersar quer para casa, para o palco Heinken onde tocavam os Parov Stelar Band quer para o palco Clubbing onde iria tocar o Jamie XX.
Depois de terem tocado ao longo da tarde e da noite vários dos seus "amigos", chegou a vez do "criador" do primeiro dia do Palco Clubbing subir ao palco. Assim que o fez arrancou as pessoas do chão e alguns aplausos e conquistou o seu público (e o público dos The XX) ao tocar a Sunset (do album Coexist dos The XX) e logo de seguida Far Nearer.

08/07/2014

Optimus Alive - As escolhas da Ana




Esta é provavelmente a edição mais criticada do Optimus Alive (seja pelos nomes das bandas confirmadas seja pela demora do anúncio do 3º cabeça de cartaz) mas para mim a edição que mais anseio. Decidi há muito tempo comprar o passe de 3 dias e em nenhum momento pensei em fazê-lo por causa dos nomes principais, isto é, os cabeças de cartaz: Artic Monkeys, Black Keys e The Libertines.
Então o que é que me levou a gastar 105€ num festival?
Imagine Dragons, Daughter, SBTRKT, Caribou, Au Revoir Simone, Bastille e Foster The People.

Mas vamos às minhas escolhas pois num festival como o Alive há sempre um trabalho de casa feito nas semanas anteriores para aproveitar ao máximo as bandas que por lá passam.

Dia 10
(18:00 - Heineken) Ben Howard e Noiserv: Se como eu a tua hora de saída é depois das 18h e não marcaste férias para estes dias, dificilmente vais assistir aos concertos destes dois artistas. Diferentes mas bastante interessantes.  De um lado o folk britânico, do outro, mais um one man show made in no nosso Portugalinho. Vou correr para ver se apanho 2 ou 3 músicas do Ben, já que o trabalho do Noiserv, uma vez que é português, pode ser ouvido mais vezes.

(20:05 - Heineken) The 1975: Uma das bandas que acabei por descobrir nestas últimas semanas de t.p.c. Tenho pena de não ter mais tempo para ouvi-los mas ouvirei de certeza pelo menos 2 músicas antes de dar o salto para o palco principal.

(20:50 - NOS) Imagine Dragons: Descobri-os já depois de terem esgotado o Coliseu dos Recreios no verão passado. Cromo repetido? Para mim não, e ainda que o fosse, bandas destas até podem vir a triplicar. Os senhores de It’s Time, On Top Of The World, e Demons serão A banda do dia 1 para mim.

(00:15 - NOS) Artic Monkeys: já que estou lá não posso deixar de ouvir o concerto destes grandes senhores do Indie actual. Já cá passaram e nunca me despertaram a devida atenção. Se me perguntarem “are you mine?” vou dizer que não, o meu coração terá certamente ficado com os Imagine Dragons.

(01:35 - Heineken) Parov Stelar Band: Mostraram-me esta banda hoje de manhã no trabalho e ainda não tive oportunidade de ir ouvir mais (isto de ter timings para lançar uma crónica é tramado!). Do que ouvi, gostei, vai ser bom para aquecer entre Artic Monkeys e Jamie XX.

(02:00 - Clubbing) Jamie XX: Tenho sempre alguma dificuldade em explicar o porquê de gostar do Jamie. Sei lá, gosto da batida, das emoções que são transmitidas através dos sons que ele produz, sinto-me tranquila ao ouvir o que ele faz (e que faz tão bem...). É um grande exemplo como a música não precisa de ter voz para ter emoção.

Dia 11 – "O dia Heineken"
(18:00 - Heineken) Russian Red: é voltar a ler as primeiras linhas sobre Ben Howard e Noiserv, a tristeza é a mesma.

(21:20 - Heineken) Sam Smith: fui a Londres há umas semanas e vi muitos cartazes dele espalhados pelas paredes das diferentes estações de metro mas não o conhecia. Foi um dos artistas que descobri no t.p.c da semana passada. E que artista. Sem dúvida alguma, O artista do dia 2 para mim.

(22:45 - Heineken) We Trust: há uns anos abriram o palco principal. Lembro-me tão bem.. O sol batia-me na cara e eu com os olhos fechados, como que para sentir melhor, a ouvir “Better not Stop, better not stop moving”. Desta vez o sol não me vai bater na cara mas a experiência será igualmente boa com certeza.

(00:00 - Heineken) Au Revoir Simone: finalmente alguma voz feminina. E que bonita! O trio dispensa apresentações.

(01:30 - Heineken) SBTRKT: (lê-se subtract, não me posso esquecer..ufff esqueço-me sempre!) Perdi-o há umas edições atrás do Alive e hoje com o que sei, arrependo-me. Tem sido a minha banda sonora para ler o livro que tenho atualmente entre mãos.

(03:00 - Heineken) Caribou: Também já o perdi no Alive há uns anos, desta não escapa. Vai ser um bom fim de noite.

Dia 12
(18:00 - NOS) You Can’t Win Charlie Brown: nunca é demais ouvir estes rapazes. É começar o terceiro dia da melhor forma.

(18:40 - Heineken) Cass McCombs: vou fugir de YCWCB para ver pela primeira esta banda. Parece-me aquela banda que me vou arrepender mais tarde caso não os veja (assim como aconteceu com tantas outras bandas na edição passada do festival)

(20:45 - NOS) Bastille: a estreia em Portugal e eu ansiosa. Desengane-se quem pensa que são uma banda para um hit (Pompeii), este concerto promete. Façam por favor chegar a quem de direito que eu gostava que tocassem o mash-up com a Ella “No Angels”, as outras canções que eu adoro, de certeza que serão tocadas.

(22:25 - NOS) Foster the People: tenho ouvido o segundo álbum deles várias vezes nas últimas semanas, canções fortes e com aquele ritmo energético a que nos habituaram com a “Pumped up Kicks”.

(23:55 - Heineken) Daughter: vi-os no Vodafone Mexefest em Novembro e apesar de não conseguir dizer que fiquei desiludida, sinto que ficaram aquém das minhas expectativas. Parece contraditório? Talvez. Esperava mais interação com o público e mais energia em palco. Apesar disto, os Daughter a par com os Bastille são AS bandas do dia 12.

(01:20 - Heineken) Chet Faker: sabem aquelas bandas que se descobrem porque um amigo partilhou uma música dessa banda? Foi isso. E foi amor à primeira vista.

(02:50 - Heineken) Nicolas Jaar: conheci-o na mesma altura em que me deram a conhecer o James Blake. Pouco conhecido para a maioria e com melodias que nem todos poderão gostar. Quanto a mim, enquanto houver energia, estarei lá de pé a deliciar-me com ele. E quando a energia faltar, vou sentar-me e continuar a deliciar-me.

Para quem usa o Spotify recomendo que ouçam a playlist criada para o Optimus Alive. Deste modo, podem se sintonizar no groove tão característico deste festival e descobrir uma banda para tapar aquele buraquinho livre que têm no plano.




07/05/2014

D'ALVA anunciam #batequebate


#batequebate é o nome do disco de apresentação dos D'ALVA.

Que eles são uma das bandas mais inovadoras e frescas do panorama actual da música portuguesa - bom, isso já se sabia.

E hoje, anunciam ao mundo o nome deste disco - que relembramos teve um leak e saiu ao mundo mais cedo, ler aqui - e a perspectiva do seu próprio trabalho.


Os D'ALVA pertencem à geração da internet culture - e nas suas palavras, o Universo D'ALVA é uma "mescla de padrões, de ritmos, de gifs em loop, sons, samples, cultura pop e iconografia resgatada dos anos 80 e 90 revisitados à luz do tempo em que vivemos dá no que fazemos."

Este título #batequebate vai reflectir esse seu universo - um movimento, um loop, um jogo de palavras que mostra o seu lado criativo, despretensioso mas especial com uma referência muito actual o hashtag, tornando o título numa brincadeira que ganha, inevitavelmente, vida através da repetição do ritmo "bateque-bateque-bateque-bate".

A capa foi criada por Pedro Lourenço e Sofia Martins e que vai mostrar, novamente, o Universo D'ALVA - "são pedaços de tudo, mas que de algum modo fazem todo o sentido", revelam-nos os D'ALVA.

Ainda deixam no ar, uma espécie de convite "Quem puder que adquira a cópia física, mais que um suporte é um pedaço de arte com 'recheio surpresa'."

Frescobol é o single de apresentação de #batequebate - que ficará disponível no final de Maio.


O Lewis M., membro dos Salto, ouviu o single e os D'ALVA partilharam a sua reacção - ver aqui.

os D'ALVA actuam no festival Optimus Alive, a 11 de Julho.

01/05/2014

Buraka Som Sistema divulgam "Stoopid"

Foi na passada terça-feira que os portugueses Buraka Som Sistema apresentaram o seu novo single.

Stoopid é o primeiro single do novo álbum da banda - ainda sem nome -, que vai ser lançado a 9 de Junho com apresentação no festival Optimus Alive a 11 de Julho.

O video foi pensado pelo artista Vhils e o realizador João Pedro Moreira - que já tinha colaborado com a banda na realização do documentário Off The Beaten Track, que retrata não só a digressão dos Buraka em 2013 e a sua evolução desde a Amadora até ao reconhecimento internacional - tendo sido filmado em Almada, durante o mês de Fevereiro.


O video vai "brincar" com explosões de tinta e com o conceito de slow motion, incentivando à explosão e liberdade de cada um, repetindo sempre o moto da música "Get Stoopid".

Em comunicado de imprensa, Vhils revela que "Depois destes anos todos de amizade e colaborações entre mim e Buraka Som Sistema, tentei juntar e condensar tudo o que Buraka representa para mim nestes três minutos de vídeo: explosões, energia, cor, demência, caos, criatividade e unicidade".

GET STOOPID!
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